domingo, 12 de fevereiro de 2012

Pastor e Deputado @MarcoFeliciano repudia ação do Conselho de psicologia contra Marisa Lobo

 Após pedir provas do acontecido, para se munir de informações confiáveis, deputado e Pastor Marco Feliciano se mostrou indignado e prometeu apoio incondicional a psicóloga Marisa Lobo que tem sido uma importante militante nas causas da família e referência de profissional em nosso país.


Lendo o relato e conversando com Marisa pude compreender a dimensão e gravidade da situação que em minha opinião, trata-se de perseguição religiosa, conclui deputado

“Quanto ao Conselho de Psicologia Marco Feliciano reconhece que : Questionamentos são legais e comuns a toda profissão, porém ao examinar o que foi dito nesta convocação e as provas contextuais apresentadas publicadas no blog profamilia.blogspot.com convoco toda a sociedade líderes religiosos parlamentares para que se manifestem, pois se trata de uma afronta não apenas a profissional em questão, mas a todos os profissionais que se confessam cristãos, bem como ao Cristianismo em geral (católico evangélico) o preconceito foi demonstrado por uma fé que tem sido ferramenta social na prevenção enfrentamento e controle de inúmeros problemas inclusive  de saúde de violência em toda nação.

 A Fé em Deus sempre foi um freio social e está sendo ridicularizada há tempos por militantes contrários ao cristianismo. Penso que se não nos unir neste momento, poderemos abrir um precedente imaginável, institucionalizando o preconceito religioso de fato em nosso Brasil que é um país laico e tem garantida em sua constituição a liberdade de professar livremente sua fé “uma mordaça amoral e descabida” ...

Marco Feliciano continua relatando que tem acompanhado denúncias e reclamações de todo Brasil mostrando a militância política dessa nova diretoria do conselho federal de psicologia e diz estar atento e investigando exageros e posturas que considera um desserviço como, por exemplo, apoio a descriminalização de drogas, e atitudes de preconceito e discriminação as comunidades terapêuticas.

Terça feira o deputado e outros parlamentares (Senador Magno Malta, os Deputados João Campos, Roberto de Lucena, Francischini) e Wilton Acosta presidente do Fenasp,  estarão recebendo pessoalmente a psicóloga Marisa Lobo para organizar estratégias de como enfrentar com inteligência, equilíbrio, sabedoria cristã e política essa situação. Garantiu o deputado que para cassar Marisa Lobo terá o (CFP)  que passar por cima de um parlamento amigos cristãos (católicos e evangélicos ) de toda uma sociedade (de 98% da população Brasileira). Nosso país não é ateu  crê em Deus. indignasse Feliciano

Desabafa o deputado Marco Feliciano que se sente um pouco responsável por essa situação, pois apoiou Marisa Lobo, ano de 2011 quando a mesma lhe encaminhou um oficio pedindo como psicóloga que fosse sua porta voz na tribuna e mostrasse sua indignação e de outros colegas quanto ao conteúdo do kit gay que segundo a psicóloga era reprovável.

“A repercussão foi grande bem como a perseguição que de certa forma já esperava-mos que isso fosse acontecer, já que o mesmo kit gay tinha aprovação deste conselho” diz Feliciano

 Marisa Lobo, afirma estar confiante e tranqüila, pois nunca recebeu reclamação de nenhum paciente sobre sua conduta dentro do consultório, reclama que a categoria tem um código de ética opressor e preconceituoso quanto à religião, que inclusive deve ser revisto, porém: poder dizer sou cristã e não vou negar meu Deus não tem preço afirma a Psicóloga Marisa Lobo e Cristã como se apresenta e gosta de ser chamada.

Quanto à manifestação dos parlamentares e sociedade diz: Louvo a Deus pelo Deputado e amigo de minha família Marco Feliciano, por todos outros parlamentares que estão entrando nessa luta que não é minha é do povo Cristão.

 Conforme publicação na mídia e no documento apresentado a psicóloga deixa claro Não induzir convicções religiosas dentro do consultório, mas no social tem o direito de fazer o que desejar. Liberdade de expressão.





Veja relato da psicóloga Marisa lobo na integra nacaoprofamilia.

INTERNACIONAL VOLUNTEER CHAPLAINCY: Psicóloga Marisa Lobo tem 15 dias para negar sua F...

INTERNACIONAL VOLUNTEER CHAPLAINCY: Psicóloga Marisa Lobo tem 15 dias para negar sua F...: Conselho de psicologia inicia um processo de cassação de Marisa Lobo perseguição religiosa Conselho de psicologia da um prazo de 1...

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Conselho de psicologia inicia um processo de cassação de Marisa Lobo perseguição religiosa

Conselho de psicologia da um prazo de 15 dias para que Marisa Lobo tire das redes sociais toda mídia que a vincule a sua fé Cristã estando ameaçada de cassação..

No último dia 09 de fevereiro às 11 horas da manhã a psicóloga Marisa Lobo, recebeu uma convocação para se apresentar ao conselho regional de psicologia, motivo seriam várias denúncias recebidas pelas redes sociais sobre seu exercício profissional.
Ao chegar ao conselho, Marisa Lobo, tirou uma foto lendo a bíblia, dizendo estar lendo seu manual de ética enquanto aguardava. (foto postada nas redes sociais, que já virou motivo de perseguição).

Ao entrar no conselho foi recebida por duas fiscais, que a colocaram a par das denúncias, todas feitas por ativistas gays, usuários de maconhas e ateu, que estavam se sentindo incomodados com a postura da mesma em se declarar psicóloga e cristã, por assumir em suas redes sociais que é Cristã, e pelos seus questionamentos de conteúdo do kit gay.

As fiscais leram todo código de ética, reforçando que ela é muito conhecida e que sua posição fere o conselho de psicologia e estão induzindo pessoas a posições contrárias ao homossexualismo e a convicções religiosas.


Relata Marisa Lobo
"Sobre a mesa colocaram Xerox de recados de twitter, o que me deixou indignada, como poderia estar sendo chamada para discutir ética, por denúncias de ateus, militantes gays, canabistas sem base legal alguma e que claramente me perseguem pelas minhas posições de direito de professar minha fé. Me senti perseguida, ouvi coisas absurdas, uma pressão psicológica que se eu não tivesse sanidade mental, teria me acovardado e desistido de minha fé."
"Tentaram o tempo todo me vincular a homofobia, deixei claro que processaria todos eles, pois não sou homofóbica, nunca agredi ninguém apenas tinho minhas opiniões, que foram claramente negadas a mim pelas fiscais, me senti tolhida em meu direito de liberdade de expressão."

Frase que foram ditas pelas fiscais que me indignaram
  • "Você não tem o direito, não pode se dizer Cristã e psicóloga ao mesmo tempo é ferir o código de ética."
  • "Você não pode dizer que Jesus cura, sendo psicóloga,"
  • "Você não pode se dizer psicóloga e cristã, guarde sua fé pra você, não tem direito de externar para mídia."
  • "Você não pode dar declarações que induza pessoas a acreditar que seu Deus cura, como faz em seus sites e blogs."
  • "você não tem direito de dizer em público que ama gay, mas quer ter um filho hetero."
"Me questionaram  que eu disse, em uma palestra que não acredito em cura da dependência química sem Deus."

"Quando mandei que me dessem um exemplo de cura da dependência química só pela ajuda psicológica, ficaram em silêncio, eu disse que conheço centenas de casos, falei das estatísticas das comunidades e serviços que trabalham a fé, e dos meus 15 anos de trabalho na área vendo os milagres da transformação, apenas por dar essa oportunidade as mães e usuários de saberem que existe um Deus que pode tirá-los desse lixo que a psicologia não tem conseguido. Claro que a situação ficou mais crítica."
"Entendi que, a pessoa pode morrer, na sua frente, mas você como psicólogo não pode em nenhum momento, falar de Deus para pessoa."

"Contei o exemplo de uma mulher que entrou em meu consultório e me disse:"
"Dê-me uma razão para viver, ou vou sair daqui e vou desistir da minha vida!!!"
"Eu dei, Deus, ela está viva e bem até hoje."

"E perguntei o que deveria ter feito, já que ela tratava com psicólogos psiquiatras, tinha luto patológico, era depressiva suicida e não tinha vontade de viver, deveria deixá-la morrer então? A dar a ela a chance de acreditar que existe Deus, eternidade. Não souberam responder, enrolaram, e mudaram de assunto."

"Quando questionei que estavam me pedindo para negar Deus se quiser continuar exercendo minha profissão, elas se olhavam, e diziam: Não é isso, você pode ter sua fé mas não pode externar, guarde pra você, pois está induzindo pessoas a acreditarem em você pela sua influência."

 "Deixei claro que não uso a religião para tratar meus pacientes, não tenho nenhuma reclamação em 15 anos no conselho, eles sabem disso. Então não estava entendendo, porque tanto código de ética. Se com meus pacientes nunca cometi um erro."
 
"Sou uma cidadã livre, a constituição me dá esse direito de professar minha fé, fora do meu consultório, elas sempre debatiam dizendo" "como psicóloga não."

"Quando disse que então seria cassada, pois não negaria minha Fé, uma delas que disse:"
"Você não precisa ser cassada pode abandonar a psicologia"

"Disse que não abandonaria minha profissão, que não estou sozinha, que paguei caro pela minha formação, gastei anos da minha vida, e que não vou abandonar minha profissão, e que pago caro o conselho também elas me responderam:" "então deixe de falar de seu Deus de sua fé."

"Eu enfrentei e disse vamos para o enfrentamento e cassação."


"Conforme texto abaixo  tenho 15 dias tirar das redes sociais tudo que me ligue a religião, VEJA A MINHA RESPOSTA ABAIXO.

NÃO NEGO MINHA FÉ. TENHO ORGULHO DE SER CRISTÃ.É MINHA IDENTIDADE" TENHO QUE SER RESPEITADA POR ISSO.LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Partido Social Cristão promoveu debate sobre “Lei da Palmada com participação popular.

Partido Social Cristão promoveu debate sobre “Lei da Palmada  com participação popular.
O Partido Social Cristão promoveu em Brasilia esta tarde 07/02.um debate sobre a polêmica “Lei da Palmada” que foi transmitida ao vivo  pelo site www.pscnacional.com.br
Presentes no debate  Deputado do Rio de Janeiro hugo Leal,  Deputada federal Lauriette,  Deputado Por São Paulo  Marco Feliciano , Deputado Federal de Sergipe André Moura ,Vice Presidente do PSC Nacional Everaldo Pereira, Leonardo Gadelha,Deputado Gilberto Nascimento.
Durante o debate , muitas pasticipações das redes sociais, mostrando que  a sociedade é contra a lei pois não aceita que o estado interfira na educação de seus filhos



Nova ministra de Dilma diz que vai lutar pela legalização do aborto

Sai um abortísta entra outra .Nova ministra de Dilma diz que aborto não é questão ideológicaPublicada: 07/02/2012 13:40| Atualizada: 07/02/2012 13:39
Folha


"O aborto, como sanitarista, tenho que dizer, ele é uma questão de saúde pública, não é uma questão ideológica. Como o crack, as drogas, a dengue, o HIV, todas as doenças infecto-contagiosas." A frase foi dita por Eleonora Menicucci nesta terça-feira (7), na primeira entrevista coletiva após ser indicada como nova ministra da SPM (Secretaria de Políticas para as Mulheres).

Em entrevista à Folha, Menicucci prometeu defender a liberação do aborto à frente da secretaria. Hoje, bombardeada com perguntas sobre o tema, disse que o Executivo "não tem muito o que fazer" a respeito.

"O governo tem um projeto no Congresso Nacional, que foi enviado na gestão da ministra Nilcéa Freire, e reforçado pela gestão da ministra Iriny Lopes. Agora, esse projeto só andará no Congresso se assim os parlamentares quiserem e entenderem a importância dele. Neste momento, nós do Executivo não temos muito o que fazer."

A nova ministra não deixou, porém, de afirmar a importância do assunto. "Nenhuma pessoa de gestão que tenha sensibilidade e ouça os números admite que as mulheres continuem morrendo em decorrência de aborto."

Sua posição pessoal --de lutar pela descriminalização do aborto-- "a partir de hoje, não diz respeito", declarou Menicucci. "Minha posição pessoal está em todos os jornais, nas entrevistas que dei, não seria eu se não reafirmasse o que falei anteriormente. Mas sou governo, minha posição hoje é de governo."

Quando em campanha, a então candidata Dilma Rousseff se comprometeu com segmentos evangélicos em não capitanear mudanças na legislação pró-aborto.

VIZINHAS

A nova ministra contou que conheceu Dilma ainda em Belo Horizonte, antes de se reencontrarem na cadeia, durante a ditadura militar.

"Quem passou pelo que nós passamos na luta contra a ditadura cresce, amadurece, e não esquece nunca. São marcas que nos tornam mais fortes e mais sensíveis ao debate, sensíveis à espera, sem sentar-se numa cadeira e ficar esperando a banda passar. É espera com ação", disse Menicucci.

Ela descartou ter sido convidada para a SPM pela amizade com a presidente. "Meu currículo me credencia para estar nesse lugar. Não se faz governo com amigos."

Menicucci é professora titular do departamento de medicina preventiva da Unifesp e tem longa trajetória no movimento feminista e no combate à violência contra a mulher.

A indicada garantiu que o combate à violência doméstica e sexual será prioridade na sua gestão. "As delegacias de defesa das mulheres, a questão da Justiça criminal têm que avançar, têm que ser reformuladas. A fala da mulher não é respeitada, ouvida. É inadmissível que uma mulher vá a uma delegacia de defesa da mulher, faça uma denúncia e vá para casa."

Iriny Lopes, que deixa a secretaria para concorrer à Prefeitura de Vitória, citou o assassinato da procuradora federal Ana Alice Moreira de Melo, morta a facadas na semana passada supostamente pelo marido.

"As medidas protetivas da procuradora foram de 30 metros, que proteção é essa que o agressor fica a 30 metros?", questionou Lopes.

*Reportagem de Johanna Nublat

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Entrevista do Jornal do Meio Dia. Jornalista Shelsea Shasmylla - Rede Sat/Tv Brasil com psicóloga Marisa Lobo...


Com toda segurança Marisa Lobo mostra a realidade familiar .A Fé em Deus diminui conflitos familiares, Modelo ideal de família é a família tradicional, diz psicóloga em rede de TV estadual em Palmas no Tocantins.jornalista - Shelsea Shasmylla
Jale a pena assistir

Senadora Marta Suplicy - Afrontando a Família - mais uma vez-

Proposta de Emenda à Constituição que a Senadora Marta Suplicy e a
Comissão Especial de Diversidade Sexual da OAB estão elaborando para o
País.
Principais pontos:

- Acabar com a família tradicional;

- Retirar os termos "pai" e "mãe" dos documentos;

- Acabar com as festas tradicionais das escolas (dia dos pais, das
mães) para "não constranger" os que não fazem parte da família
tradicional;

- A partir de14 anos, os adolescentes disporão de cirurgia de mudança
de sexo custeada pelo SUS;

- Cotas nos concursos públicos para homossexuais;

Eis o texto:

"A senadora Marta Suplicy (PT-SP) elogiou a Proposta de Emenda
Constitucional (PEC), elaborada pela Comissão Especial de Diversidade
Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que quer ampliar
privilégios a indivíduos viciados em práticas homossexuais.

O texto tem a pretensão de introduzir na Constituição todas as
decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que favoreceram a agenda
gay, inclusive a garantia de união estável para duplas homossexuais,
com direito à conversão em casamento e adoção de crianças.

De acordo com a agência de notícias do Senado, "a PEC tem como um de
seus principais ponto a criminalização da homofobia e estabelece a
pena de dois a cinco anos de reclusão para aqueles que praticarem atos
de discriminação e preconceito em virtude da orientação sexual de
alguém.

A mesma punição se estende aos que incitarem o ódio ou pregarem
[contra a] orientação sexual ou identidade de gênero".

Com a aprovação da PEC, a própria Constituição do Brasil se
transformará num PLC 122. Mas Suplicy reconhece que a tentativa de
transformar a Constituição do Brasil numa constituição
anti-"homofobia" certamente enfrentará resistência de "setores como o
da igreja".

A senadora acredita que, estrategicamente, será importante aprovar
primeiro o PLC 122/2006, pois sua tramitação está mais avançada, tendo
já sido aprovado sorrateiramente na Câmara dos Deputados e restando
apenas a votação no Senado.

O segundo passo, na avaliação de Marta, é apresentar a PEC, que é uma
matéria mais ampla e complexa.

"A PEC é bem mais difícil de aprovar. Então, vamos começar com a
homofobia e avaliar o momento adequado para fazer uma PEC com essa
amplitude, que é realmente o sonho que nós gostaríamos para todo o
País", explicou a senadora à agência do Senado.

O Estatuto da Diversidade Sexual conta com 109 artigos, que alteram
132 dispositivos legais.

O Estatuto criminaliza a homofobia, reconhece o direito à livre
orientação sexual e iguala os direitos fundamentais entre
heterossexuais e LGBTs.

Eis algumas dos "avanços" que o Estatuto da Diversidade Sexual propõe:
*Legitimação da PEDOFILIA e outras anormalidades sexuais:
Título III, Art. 5º # 1º - É indevida a ingerência estatal, familiar
ou social para coibir alguém de viver a plenitude de suas relações
afetivas e sexuais.

Sob essa lei, a família nada poderá fazer para inibir um problema
sexual nos filhos. A sociedade nada poderá fazer.

E autoridades governamentais que ainda restarem com um mínimo de bom
senso estarão igualmente impedidas de "interferir".

*Retirar o termo PAI e MÃE dos documentos:

Título VI, Art. 32 - Nos registros de nascimento e em todos os demais
documentos identificatórios, tais como carteira de identidade, título
de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às
expressões "pai" e "mãe", que devem ser substituídas por "filiação".

Essa lei visa beneficiar diretamente os ajuntamentos homossexuais
desfigurados tratados como família.

Para que as crianças se acostumem com "papai e papai" ou "mamãe e
mamãe", é preciso eliminar da mente delas o normal: "papai e mamãe".
*Começar aos 14 anos os preparativos para a cirurgia de mudança de
sexo aos 18 anos (pode começar com hormônios sexuais para preparar o
corpo):

Título VII, Art. 37 - Havendo indicação terapêutica por equipe médica
e multidisciplinar de hormonoterapia e de procedimentos complementares
não-cirúrgicos, a adequação à identidade de gênero poderá iniciar-se a
partir dos 14 anos de idade.

Título VII, Art. 38 - As cirurgias de redesignação sexual podem ser
realizadas somente a partir dos 18 anos de idade.

*Cirurgias de mudança de sexo nos hospitais particulares e no SUS:

Título VII, Art. 35 - É assegurado acesso aos procedimentos médicos,
cirúrgicos e psicológicos destinados à adequação do sexo morfológico à
identidade de gênero.
Parágrafo único - É garantida a real ização dos procedimentos de
hormonoterapia e transgenitalização particular ou pelo Sistema Único
de Saúde - SUS.

*Uso de banheiros e vestiários de acordo com a sua opção sexual do dia:

Título VII, Art. 45 - Em todos os espaços públicos e abertos ao
público é assegurado o uso das dependências e instalações
correspondentes à identidade de gênero.

Não é permitido deixar de ser homossexual com ajuda de profissionais
nem por vontade própria:

Título VII, Art. 53 - É proibido o oferecimento de tratamento de
reversão da orientação sexual ou identidade de gênero, bem como fazer
promessas de cura.

*O Kit Gay será desnecessário, pois será dever do professor sempre
abordar a diversidade sexual e consequentemente estimular a prática:
Título X, Art. 60 - Os profissionais da educação têm o dever de
abordar as questões de gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade
sexual, visando superar toda forma de discriminação, fazendo uso de
material
didático e metodologias que proponham a eliminação da homofobia e do
preconceito.
*Contos infantis que apresentem casais heterossexuais devem ser
banidos se também não apresentarem duplas homossexuais travestidas de
"casais:
Título X, Art. 61 - Os estabelecimentos de ensino devem adotar
materiais didáticos que não reforcem a discriminação com base na
orientação sexual ou identidade de gênero.

*As escolas não podem incentivar a comemoração do Dia dos Pais e das Mães:
Título X, Art. 62 - Ao programarem atividades escolares referentes a
datas comemorativas, as escolas devem atentar à multiplicidade de
formações familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos
alunos filhos de famílias homo afetivas.
*Cotas nos concursos públicos para homossexuais assim como já existem
para negros no RJ, MS e PR e cotas em empresas privadas com já existe
para deficientes físicos:

Título XI, Art. 73 - A administração pública assegurará igualdade de
oportunidades no mercado de trabalho a travestis e transexuais,
transgêneros e intersexuais, atentando ao princípio da
proporcionalidade.

Parágrafo único - Serão criados mecanismos de incentivo a à adoção de
medidas similares nas empresas e organizações privadas.

*Casos de pedofilia homossexual irão correr em segredo de justiça:

Título XIII, Art. 80 - As demandas que tenham por objeto os direitos
decorrentes da orientação sexual ou identidade de gênero devem
tramitar em segredo de justiça.
*Censura a piadas sobre gays:
Título XIV, Art. 93 - Os meios de comunicação não podem fazer qualquer
referência de caráter preconceituoso ou discriminatório em face da
orientação sexual ou identidade de gênero.
"- O Estatuto da Diversidade Sexual é um avanço. Isso nunca havia sido
pensado em relação às questões LGBT" - reconheceu Marta Suplicy,
classificando-o como de importância "inquestionável".

O Estatuto defende que o Estado é obrigado a investir dinheiro público
para homossexuais que querem caros procedimentos de reprodução
assistida por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e também o Estado é
obrigado a criar delegacias especializadas para o atendimento de
denúncias por preconceito sexual contra homossexuais, atendimento
privado para exames durante o alistamento militar e assegura a visita
íntima em presídios para homossexuais e lésbicas.
    
Postado por Marisa Lobo enviado por Pastor Thiago Ferro

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Movimento MaconhaNão pede que Dep evangélicos se pronunciem sobre caso Rita Lee.

Coordenadora Campanha Nacional contra a legalização da maconha, Marisa Lobo pede aos deputados da frente parlamentar evangélica que usem seu direito de  parlamentar, na tribuna do congresso, para repudiar a atitude da cantora Rita Lee,

Coordenadora da Campanha Nacional contra a legalização da maconha, Marisa Lobo pede aos deputados da frente parlamentar evangélica que usem seu direito de parlamentar, na tribuna do Congresso, para repudiar a atitude da cantora Rita Lee que, em seu último show, vergonhosamente ofendeu policiais com palavras de baixo calão, expondo-os em público, excitando à violência, desrespeitando a família, fazendo apologia as drogas e dando um péssimo exemplo a juventude desse país. Sua atitude poderia ter gerado uma praça de guerra, um tumulto sem precedentes,  e isso deve ser denunciado
Como coordenadora de uma campanha nacional que defende a vida sem drogas, estou pedindo a frente parlamentar evangélica, especificamente a deputados amigos, ao Presidente da frente parlamentar evangélica Deputado João campos, Deputado Marco Feliciano e deputado e delegado Federal Francischini, bem como ao deputado do estado de Sergipe Antonio dos Santos que é Presidente da APEB - Associação dos parlamentares do Brasil - que façam uma moção de repúdio a atitude desta cantora Rita Lee pois sua grosseria, falta de educação, ética, moral, desrespeito e desacato a autoridade teve repercussão Internacional, e está servindo como modelo de impunidade e mal exemplo a nossa juventude, e que nos ajudem com audiências públicas em todo Brasil para alertarmos a população sobre os riscos das drogas, bem como de uma possível legalização.
O que alguns destes artistas têm que entender é que são lideres, de alguma forma induzem, sugestionam pessoas a imitarem seu comportamento e, se a justiça e a sociedade não se indignarem com esse comportamento lamentável, só vamos aumentar a crise entre policiais e usuários de sociedade.
A falta de respeito foi tamanha que poderia, sim, ter transformado aquele show em um palco de guerra. A sabedoria dos policiais em não revidar aos insultos foi determinante para que não houvesse confronto, porém a atitude dessa “senhora do rock” foi desastrosa, mostrando que fumar maconha induz a comportamentos truculentos, sim, pois as pessoas em questão perdem a noção do perigo, tem reduzido o seu senso critico, e a noção de julgamento. No dia seguinte, prestando depoimento, ela (Rita Lee) disse que agiu no calor das emoções, não percebendo a gravidade de suas ações.
O ser humano pode, se incitado, entrar em uma histeria coletiva violenta, e ainda mais sob efeito de drogas e, queiram ou não os fumantes, maconha é droga, pois altera a capacidade cognitiva, ou seja, os pensamentos e, devido à incapacidade de julgar seus atos, pode incorrer em comportamentos desajustados e em virtude disso gerar violência sim.
(maconhanao.blogspot.com) 

No local do show não tinha apenas maconheiros, haviam familias, adolescentes, e ela colocou com sua atitude insana a vida de muitas pessoas em risco.
Não podemos, de forma alguma, perder nossa referência de moral e ética, e Rita Lee faltou totalmente com ela, mostrando-se descompensada e desequilibrada, dando um péssimo exemplo para a juventude. Mas é importante saber que a maconha faz exatamente isso com o ser humano, e por esta razão é que estamos juntamente com o Fenasp Fórum Nacional de Ação Socio-cristã em todos os estados, fazendo audiências públicas, pedindo a deputados e vereadores que se juntem a nós e não permitam a legalização da maconha e ou qualquer outra droga.
Drogas são o câncer de nossa sociedade e, legalizar drogas em um país ainda sem cultura nem educação, no sentido de entendimento do grande mal que causa a saúde física, psicologica, social e espiritual, é uma violência contra a família. Maconha não é droga leve, destrói vínculos afetivos, senso critico, memória, capacidade de execução de tarefas, causa crise amotivacional, além de induzir, sim, em um caso desses, a violência como aconteceu na USP de São Paulo.
Não podemos nos calar ou perderemos totalmente o controle moral e social de nossas ações. Ainda, e muito importante, de nossa polícia que merece ser respeitada , quando está fazendo seu trabalho como este comando de Aracajú-Sergipe.
O Deputado Marco Feliciano já respondeu ao pedido, dizendo que vai enviar uma nota de repúdio a imprensa e usará a tribuna; o deputado Antonio Santos, de Sergipe, vai organizar imediatamente uma audiência pública, e o deputado João Campos vai mobilizar toda a bancada para que a mesma se envolva mais na questão das drogas, promovendo audiências em todo Brasil, apoiando incondicionalmente o movimento Maconha Não que tem sido referencia em todo Brasil. Também o Deputado e Delegado  Francischini, que é do Paraná, comentou com a coordenadora Marisa Lobo  "Só não deu tumulto porque  o comando resolveu  se retirar , de forma sabia porém humilhante, pois sabia que poderia num confronto colocar  a vida de inocentes em risco, a policia estava fazendo seu trabalho e não merecia ser tratada de forma tão inconseqüente e desrespeitosa, e vamos tomar providências, não podemos nos calar afirmou ."
Além dos deputados estou entrando em contado com senador Magno Malta, pedindo o seu apoio como porta voz do Maconha Não no Senado. Jornalistas seculares já zombaram de nossa campanha dizendo que nossa voz é solitária e isolada, mas quero afirmar, e provar, que nossa voz tem pelo menos apoio de 77% da população que não aceita legalização de maconha, pesquisa esta publicada no Data Folha no dia 25/01(ver gráfico).

MARISA LOBO - NAÇÃO PRÓ FAMILIA .

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Rita Lee e a confusão Projeto verão 2012.



PÉSSIMO EXEMPLO Cantora famosa , desacata autoridades, humilha políciais mas sai de heroína com os maconheiros de plantão. está incentivando o uso de maconha em meio a jovens de menor, fazendo apologia ás drogas. enfrentando de forma vergonhosa as autoridades.

domingo, 29 de janeiro de 2012

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Psicóloga Marisa Lobo cristã analisa e questiona alguns pontos da entrevista de Lanna Holder

O fato de se sentir bem, feliz, não significa estar no centro da vontade de Deus.

 Psicóloga MarisaLobo

Trechos da entrevista publicado no gospel Prime

Lana Holder: Não impomos a homossexualidade às pessoas quem vem à Cidade do Refugio,
Marisa Lobo: A partir do momento que você cria uma doutrina de refugio fora Dos princípios de DEUS, está induzindo sim, pessoas a acharem que existe libertação fora dos princípios de Cristo é isso é criar um mito, uma heresia. Uma seita.
Lanna Holder: Na realidade, esse disparate de visão, saindo de uma visão completamente fundamentalista e indo pra uma visão totalmente inclusiva, na realidade faz menção ao verdadeiro chamando no qual eu me encontro na atualidade.
Marisa Lobo: Visão inclusiva existe sim é nos incluirmos na visão fundamentada na Bíblica sagrada que cremos ser a palavra de Deus. Só pode estar nesse chamado  quem consegue entender essa verdade.se achar no chamado não significa  ser escolhido para ele.
Lanna Holder: Eu estou muito feliz com que estou vendo Deus fazer, nada que ele ou qualquer outra pessoa venha dizer, vai mudar o meu pensamento, por que eu tenho experiência com Deus nisso que eu estou te dizendo. Agora eu não vejo nada, não sei de nada…
Marisa Lobo: O fato de se sentir bem,  feliz , não significa estar no centro da vontade de Deus. Depende apenas do sistema cerebral de recompensa dado por Deus que estimula hormônios responsáveis pelo bem estar, toda a vez que você realiza um desejo, é dado ao homem independente de sua religião e ou fé. .

Não vou de forma alguma questionar a homossexualidade de Lanna Holder, pois creio ser esse um problema sexual seu, e não devo nem posso achar nada em relação a esse fato que é escolha sua . Porém como cristã e líder de influência me sinto na obrigação de esclarecer algumas coisas e digo que, o Maior erro da Lanna, Foi pregar sobre libertação do homossexualismo sendo consciente de que não era liberta,e nem acreditava no que a bíblia diz quanto a esse fato,  já que a mesma diz claramente que em sua vivencia pessoal que entre  ela e os seus, o homossexualismo não é pecado, e pregava algo que não vivia. Deveria pregar sobre a luta interior desde início e não usar a igreja eventos para se promover.
Quando pregamos o que não cremos estamos usando do evangelho para promoção pessoal, deveria então pregar sobre outros temas e não alimentar a esperança de muitos com uma mentira consciente. Por amor e respeito ao criador, podemos sim pregar, sobre libertação mesmo sentindo desejo, porém ensinando como resistir apesar deles por amor ao sacrifício de Cristo. 

Conhecendo O evento gideões como conheço e o respeito o cuidado que a direção do evento tem com seus pregadores tenho a lamentar, pois com sua atitude de engano, nós que somos pregadoras mulheres fomos prejudicadas.

Não sãos somente os Homossexuais que sofrem todos nós pagamos algum preço todos os dias por algo que o mundo oferece e que temos que resistir, pagamos o preço da renúncia, esse é o servir a Deus, que tanto batemos no peito afirmando que o fazemos
.
A questão na entrevista  nem é o valor moral atribuído as  igrejas tradicionais, nem se  somos exclusivistas ou não, a questão é que não posso de forma alguma adaptar o evangelho aos meus desejos pessoais, pois o cristianismo tem regras e princípios a serem seguidos não é uma questão de doutrina de igreja, e sim de realidade bíblica e princípios cristãos, ou aceitamos ou criamos outra religião outro deus como fazem muitos. ai pague o preço mas assuma estar vivendo uma mentira cristã.

Não é fácil seguir a Deus, todos sabem é uma opção uma escolha , quando escolhemos perdemos algo, e temos que avaliar se estamos dispostos a assumir certas perdas em troca desse evangelho de Jesus. Que é sim vivido com lutas, e por uma busca de agradar a Deus, se estamos conseguindo não sabemos, más uma coisa eu sei todo pai se agrada do filho que confessa sua falhas e pede ajuda  declarando sua dependência, ELE enviou seu filho para morrer na cruz exatamente por nós pecadores, por nossas lutas, pois entendia e entende esse sofrimento..

No caso da Lanna Holder  e de qualquer pessoa que sofre com desejos é o que posso e desejo renunciar para servir a Deus independente de qualquer valor moral..

Lendo a entrevista fico consternada me solidarizo porque sei que não deve ser fácil resistir aos desejos homossexuais como não deve ser fácil para um padre resistir aos desejos heterossexuais para servir a Deus. Porém muitos renunciam sua sexualidade, acreditado estar no centro da vontade de Deus e deslocam seus desejos, sua sexualidade para a servidão para realizar a vontade do mestre simplesmente por acreditar. Isso é fé.

Temos que ter em mente que sexualidade não se  resume em sexo, que nossa libido pode se quisermos ser deslocada para realizações pessoais como cultura, artes, esporte e porque não, para servir a Deus. O ser humano é um todo, sua libido não está apenas na área sexual é um erro focarmos somente neste aspecto. a vida a felicidade tem que estar além.Jesus cristo por acaso teve mulheres? E não era assediado  por elas? Com certeza sim, e resistiu claramente renunciou seus desejos, sublimou e deslocou para servir a Deus pensando na eternidade.

A igreja deve ser inclusiva sim, no sentido de não poder de forma alguma excluir pessoas por causa de sua orientação sexual, porém deve ter em mente que a igreja de Cristo, tem suas regras sua doutrina um princípio e para estar nela tem que se adaptar esse é o preço. O que não entendo imaginar que  podemos interferir nos princípios com nossos “achismos” .

O ser humano é  tendencioso sempre tenta  adaptar a palavra de Deus aos seus  desejos, e o faz  para sentir culpa.Com essa atitude sempre abri remos precedente, pois tudo pode ser adaptado a nossa vontade. E não a vontade de Deus.Essa  é uma visão relativista, que tem transformado nosso planeta em um mundo sem princípios os verdadeiros valores estão sendo perdidos, e quando realmente percebermos não terá mais controle, sobre nossos filhos, sobre nossos desejos.

Lutarmos contra nossos desejos é a luta de todo crente, não é exclusiva de homossexuais  temos desejos, transtornos, mesmo os heterossexuais sofrem com compulsão sexual, e já imaginou se por não resistirmos criarmos uma doutrina para explica o inexplicável? Daqui a pouco teremos igrejas de pedófilos, estupradores. Pode até ter, mas com outros deuses não o Deus de Israel.a quem cremos.

Entendo dessa forma, Deus nos ama independente do que somos, enquanto estamos preocupados com nosso potencial, com o que fazemos o quanto pregamos, com as igrejas que abrimos, ele está preocupado com almas e com nossa confissão. E confessar para Deus, que não estamos conseguindo resistir a certos desejos, que erramos nos sentimos mal por isso, pedindo seu perdão todos os dias é um renovo, é sem dúvida o que Ele mais deseja de nós. Foi por isso exatamente pelos nossos pecados nossas dependências que ele se sacrificou na Cruz.

Enquanto mostramos para nossos filhos os astros de futebol, por exemplo, e os milhões que eles ganham com orgulho Deus te leva a olhar para o carpinteiro, humilde, sofrido, marcado por chicotadas e para as mãos furadas pelos pregos que te salvaram. os pensamento de Deus não sãos os nossos então não adianta adaptar o evangelho aos nossos desejos.ele permite porque você quer não significando que esta é a vontade absoluta Dele.
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Para encerrar gostaria de dizer que não existe uma pesquisa se quer conclusiva que prove que homossexualismo é genético e ou  que pessoas nascem homossexual, tudo está ligado ao modelo às primeiras identificações definição de papeis e educação.

Por isso que o modelo oferecido pela Lanna Holder  pode sim influenciar muitas pessoas em conflito com sigo mesmo, ao invés lutar desistir .

O modelo que aprendemos pela palavra seguir sempre é o de Cristo ele não disse que seria fácil, mas garantiu que estaria ao nosso lado e que seremos recompensados  como vencedores. É uma corrida irmãos, que venceremos pela graça  e espero que a Lana também consiga,creio que conseguirá se vencer mecanismo de defesa como negação, racionalização, minimização tão presentes em seu discurso.

Se, somente se, assumirmos em primeiro lugar nossa impotência e nossa dependência   total de  Deus, todos os dias alcançaremos a tão sonhada recompensa celestial , o mundo tem lugar para todos mas no reino de Deus há lugar para os que sofrem , para os que reconhecem a verdade e sua impotência perante Ela, nunca pela nossa arrogância em quere mudar as verdades por não combinar com o que sentimos.

Lembrando que somos salvos pela graça, devemos amar homossexuais bem como todas as pessoas em igualdade, não apontando seu pecado e ou defeito porque temos o nosso, que para Deus tem o mesmo peso. Devemos mostrar o amor de Cristo, e acolher essa pessoa, não querendo mudar seu  comportamento más ensinando com amor exigente  de  forma carinhosa  o que o reino o cristianismo pensa sobre isso e todas as nossas dependências o aceitar concordar é de cada um é um direito dado por Deus , é o livre arbítrio , aceita quem deseja segui-lo é luta sim  mas promete o senhor Jesus.

: Ao que vencer darei a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe.
Apocalipse 2:17
por Marisa Lobo

domingo, 8 de janeiro de 2012

DEPUTADA CONSTRANGE TODO PLENÁRIO (INCRIVEL!!!!) - ASSISTA ISSO... - "RU...


Que mulher maravilhosa, Fala Deus , pedra clamando pela sociedade Limpa, Deus usa parabéns Dep Cidinha, não poderia nada diferênte de uma mulher deputada. " canálhas corúptos " Lindoooo

sábado, 7 de janeiro de 2012

100 principais líderes religiosos citam a Torá para combater investida pró-homossexualismo de Obama

Rabinos se manifestam biblicamente em relação ao homossexualismo

100 principais líderes religiosos citam a Torá para combater investida pró-homossexualismo de Obama

Bob Unruh
Em uma impressionante declaração formal que confronta diretamente os esforços de Obama, que durante todo o seu mandato buscou promover e normalizar o homossexualismo, uma coalizão de rabinos ortodoxos e respeitados profissionais de saúde mental afirma que o homossexualismo é um comportamento que pode ser mudado e curado com terapia, se a pessoa assim o desejar.
“O conceito de que Deus criou um ser humano incapaz de encontrar felicidade em uma relação amorosa a não ser que viole uma proibição bíblica não é nem plausível nem aceitável”, afirma o documento, intitulado Declaration on the Torah Approach to Homossexuality.
Ele afirma que a atração pelo mesmo sexo pode ser modificada e “curada”, e condena o “bombardeio propagandístico” que foi lançado “para persuadir o público sobre a legitimidade do homossexualismo”.
“Predominam na mídia as rotulações negativas que sugerem que quem não aceita o estilo de vida homossexual como legítimo o faz por ‘ódio’ ou porque é ‘homofóbico’. Essa coerção política silenciou muitos à condescendência. Infelizmente, essa atitude permeou a comunidade judaica, e muitos ficaram confusos ou aceitaram a postura da mídia sobre esse assunto”, afirma o documento.
De fato, assim que Obama assumiu o mandato em 2009, ele promulgou um projeto de lei que tratava de “crimes de ódio”, que aumentava as penas por crimes atribuídos ao “ódio” ao homossexualismo, fornecendo aos gays proteções especiais às quais outras vítimas não têm direito.
“A Torá declara explicitamente que o homossexualismo não é um estilo de vida aceitável ou uma identidade genuína, e proíbe severamente a conduta. Além disso, a Torá, sempre visionária sobre as influências seculares negativas, nos alerta em Vaicrá (Levítico) 20:23: ‘E não andeis nos costumes das nações que eu expulso de diante de vós...’ Principalmente se a Torá menciona o homossexualismo e outras práticas sexuais proibidas”, afirma a declaração.
O documento foi assinado por uma coalizão de mais de 100 rabinos, organizadores comunitários, líderes e profissionais de saúde mental. Dentre os signatários que decidiram vir a público está a psicóloga e autora Dra. Miriam Adaham de Jerusalém; o Rabino Simcha Feuerman, presidente da International Network of Orthodox Mental Health Professions (Rede Internacional de Profissões de Saúde Mental Ortodoxas); a psiquiatra de Los Angeles e autora Dra. Miriam Grossman; o Dr. Joseph Gelbfish de Brooklyn, Nova Iorque; o Rabino Yaakov Salomon, psicoterapeuta e autor; o Rabino Steven Pruzansky, vice presidente do Conselho Rabínico dos EUA, e dezenas de outros.
A declaração contradiz um documento de 2010 assinado por rabinos ortodoxos que acreditavam que “Judeus com orientação homossexual ou atração pelo mesmo sexo devem ser acolhidos como membros plenos da sinagoga e da comunidade escolar. Assim como com relação a gênero e etnia, eles devem participar e contar nos rituais, serem elegíveis para homenagens nas sinagogas, e serem tratados igualmente e sob o mesmo padrão haláquico e hagádico, assim como qualquer outro membro da sinagoga à qual se juntarem”.

Contradição

A declaração de 2010 também rejeitava a ideia de terapia para curar o homossexualismo, mas a nova declaração toma uma posição oposta.
“Rejeitamos enfaticamente a noção de que a pessoa com tendências homossexuais não possa superar sua tendência ou desejo. Os comportamentos podem ser mudados. A Torá não proíbe algo que seja impossível de mudar. Abandonar as pessoas à eterna solidão e ao desprezo, negando-lhes toda esperança de superar e curar sua atração pelo mesmo sexo é friamente cruel. Tal atitude também viola a proibição bíblica do Vaicrá (Levítico) 19:14 ‘nem porás tropeço diante do cego’”, afirma o documento.
A coalizão de rabinos e outras lideranças afirma que “apesar do politicamente correto, o único meio de ação aprovado pela Torá com relação ao homossexualismo é a terapia psicológica combinada à teshuvá, ou penitência”.
Os signatários concordam que a atração pelo mesmo sexo pode ser modificada e curada.
A declaração foi escrita por uma comissão de 25 membros composta de rabinos, pais, pessoas sob terapia e “histórias de sucesso” daqueles que fizeram terapia e hoje vivem vidas heterossexuais, casados e com filhos, afirma o grupo.
Ele rejeita os esforços de “secularistas e pessoas da comunidade religiosa” para minimizar ou negar a possibilidade de mudança.
O tratamento recomendado na declaração é a terapia reparativa, ou a terapia afirmativa de gênero, que a declaração define como algo que “reforça a identidade de gênero natural do indivíduo, ajudando-o a entender e reparar as feridas emocionais que ocasionaram essa desorientação e enfraquecimento, permitindo, dessa forma, o reinício e a conclusão do seu desenvolvimento emocional”.
O propósito da declaração é ajudar os judeus que “estão confusos com essa questão e se tornaram coniventes com algumas noções falsas”, tais como a ideia “de que uma pessoa não pode controlar sua ‘natureza’, e portanto, deve aceitar sua tendência proibida como algo natural e normal que não precisa ser trabalhado ou curado”.
Os membros da comissão que compôs o documento estão sendo mantidos no anonimato, embora os signatários da declaração tenham ido a público.  Mas os membros da comissão afirmaram em uma declaração paralela que eles superaram as atrações pelo mesmo sexo: “Emitimos essa declaração com base na Torá porque as mensagens da mídia e dos ativistas homossexuais são, na melhor das hipóteses, equivocadas, e na pior delas, simplesmente mentirosas".

‘Uso impróprio da compaixão’

“Os ativistas homossexuais estão fazendo uso impróprio da compaixão para convencer o público. Sua principal mensagem é que, se nós nos importamos com as pessoas, deveríamos aceitá-los como homossexuais e não pedir para que mudem. Eles têm reforçado essa mensagem pedindo para que as pessoas identificadas como homossexuais repitam constantemente a inverdade de que ‘não é possível mudar’, e que as pessoas ‘nascem assim’; que os homossexuais tentaram, mas ‘não conseguiram mudar’, e que se pudessem escolher, ‘jamais teriam escolhido isso’. Tudo o que eles querem é ‘aceitação, felicidade e amor, assim como todas as pessoas’”, explica o grupo.
No entanto, membros da comunidade judaica escrevem que a Torá “faz uma declaração inequívoca de que o homossexualismo não é um estilo de vida aceitável”, e que não há prova científica genuína de que o homossexualismo seja genético ou biológico.
Em Nova Iorque, por exemplo, onde o “casamento entre pessoas do mesmo sexo” foi recentemente legalizado, as sinagogas estão protegidas caso se recusem a celebrar um casamento homossexual.
No entanto, “Se a profissão de uma pessoa religiosa estiver relacionada a salão de casamento, fotografia, música, buffet etc., não há proteção legal caso eles se recusem a prestar serviços para o casamento homossexual. Além do mais, se o negócio envolver qualquer contrato ou licença estatal, este será revogado no caso de recusa de prestar serviços para um casamento entre pessoas do mesmo sexo”, alerta o grupo.
“Estamos começando a ver as repercussões para as pessoas de fé nessa questão. À medida que essas coisas se tornam lei, veremos cada vez mais manchetes desse tipo”, afirma a organização.

Repercussões

O grupo cita vários exemplos nos últimos meses, incluindo Peter Vidmar, que foi forçado a abandonar a equipe olímpica dos EUA depois que várias reportagens mostraram que ele apoiava iniciativas contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo; um apresentador de TV de Toronto que foi demitido por apoiar o casamento tradicional; e uma empresa de fotografia de casamentos do estado de New Mexico, que foi multada por se recusar a fotografar uma cerimônia de “casamento” homossexual.
Até mesmo a Associação Americana de Psicologia voltou atrás na afirmação de que havia um “gene gay” ou alguma razão inevitável para o comportamento homossexual.
Como afirmou a AAP em dezembro, “não existem descobertas científicas que provam que uma pessoa nasce homossexual”.
A porta-voz Susan Rosenbluth, que representa os signatários da declaração, disse ao WND que é repreensível dizer a um garoto de 16 anos que está confuso com a atração pelo mesmo sexo: “Lamento por você”.
Ela acrescenta que há uma série de “tendências naturais” no âmbito do comportamento humano que devem ser controladas (e mudadas, se possível). Ela cita o alcoolismo ou o excesso de peso como um problema comportamental similar, que requer ajuda de outros para ser mudado.
Outros comportamentos são similares, afirma Rosenbluth.

‘É preciso muito trabalho’

“Não é natural tocar um violino. Não é algo que vem naturalmente. O mesmo pode-se dizer sobre a superação da atração pelo mesmo sexo. É preciso muito trabalho se você quiser fazê-lo”.
Rosenbluth afirma que a lei judaica não diz em lugar nenhum que não é kasher [permitido] comer lama, porque ninguém irá fazer isso. Mas, segundo ela, a declaração judaica aborda o problema do homossexualismo, tratando-o da mesma forma que o roubo, algo que as pessoas tendem a querer fazer, mas não são permitidas.
Ela acrescenta que as pessoas de fé não devem ignorar a questão do homossexualismo.
“Abandonar as pessoas à eterna solidão e ao desprezo, negando-lhes toda esperança de superar e curar sua atração pelo mesmo sexo é friamente cruel”, afirma o documento.
Ele recomenda “terapia reparativa ou terapia afirmativa de gênero”. Isso é definido como “algo que reforça a identidade de gênero natural do indivíduo, ajudando-o a entender e reparar as feridas emocionais que ocasionaram essa desorientação e enfraquecimento, permitindo, dessa forma, o reinício e a conclusão do seu desenvolvimento emocional”.
E a “teshuvá” é a obrigação da Torá para que as pessoas se afastem “de qualquer transgressão ou pecado e retornem a D’us e à sua essência espiritual”.

Culpa de Obama

Ela é Janet Boynes, do Janet Boynes Ministries, que afirma logo de cara que o seu objetivo é “ministrar a pessoas que questionam a própria sexualidade ou que queiram deixar o homossexualismo”. “O JBM busca informar e desafiar as igrejas e a sociedade sobre as questões acerca do homossexualismo e ensinar como ministrar à comunidade homossexual”.
Boynes disse ao WND que muitos “secularistas jovens e ingênuos” estão ocupados seguindo a liderança de Obama em sua agenda sexualmente permissiva, cujo resultado será “o fim dos valores e das famílias tradicionais”. A agenda de Obama também “propaga o ataque às crenças judaico-cristãs em escala global”.
Mas enquanto vários outros ministros criticam a determinação pró-homossexualismo de Obama, este colocou mais homossexuais em posições de poder do que qualquer outro presidente, abriu as forças armadas para o homossexualismo declarado, e promulgou um plano de “crimes de ódio” que garante proteção especial aos homossexuais. Boynes vai além.
“A Bíblia diz que o ladrão vem senão para roubar, matar e destruir (João 10:10)”, afirma. “O seu principal objetivo é trazer confusão e causar divisões dentro da igreja, e ele o faz alterando a verdade de Deus de uma maneira que muitos cristãos acabam sendo enganados se não estiverem firmados e fundamentados na palavra de Deus”.
O WND recentemente noticiou que a política da administração Obama é a nova polícia sexual, e que recentemente foi emitido um decreto presidencial que alguns dizem ter como objetivo certo criar “cotas” para LGBTs nas contratações do governo federal.
O WND também noticiou a pressão de várias autoridades administrativas para normalizar o comportamento LGBT, incluindo a designação de “identidade de gênero” como um status protegido pelos cargos federais.
O articulista Matt Barber do WND escreveu que os esquerdistas estão “desesperados” nos seus esforços para “desencavar alguma racionalização natural e biológica, para a qual a ciência não encontrou nenhuma, para validar um comportamento comprovadamente não natural”.
“É por isso que estamos vendo um ódio tão visceral da esquerda à comunidade ex-gay”. Do ponto de vista político e legal, é estrategicamente crucial que esses esquerdistas solapem e marginalizem a experiência real de incontáveis milhares de ex-homossexuais”, afirma Barber. “Essa malevolência representa uma profunda falta de respeito pelo ‘direito de escolha’ das pessoas”. A mentira favorita é a seguinte: ‘O gay dentro de você não vai sair com reza’. Uma vez que você se identifica, ou é rotulado, como ‘gay’, não há mais saída.
“Ironicamente, esses mesmos liberais sugerem cinicamente que algo realmente inato como o sexo biológico pode ser mudado. Se você é um homem hoje, mas se sente como uma mulher, basta alguns cortezinhos e voilá! Você se torna mulher”, afirma Barber.

Alerta dos pediatras

O WND noticiou anteriormente quando uma coalizão de pediatras alertou educadores para que não promovessem o comportamento “gay”.
A American College of Pediatricians (Conselho Federal de Pediatria), uma organização sem fins lucrativos financiada por membros e doadores, escreveu para as secretarias de educação afirmando que “Não é papel das escolas diagnosticar ou tratar a condição médica de qualquer estudante, e muito menos ‘afirmar’ uma orientação sexual percebida”.
Além disso, as escolas podem criar uma “vida de dor e sofrimento desnecessários” para uma criança quando reforçam um comportamento escolhido a partir da “confusão” de uma criança.
“Mesmo quando motivado por intenções nobres, as escolas podem ironicamente desempenhar um papel desastroso se estimularem essa desordem”, afirma a carta, assinada pelo Dr. Tom Benton, presidente da organização.
O grupo também criou um website chamado Facts About Youth, como um recurso para que as autoridades escolares tenham acesso a fatos oriundos de um “canal apolítico e não religioso”.
“O único curso de ação viável que está em conformidade com a Torá é a terapia e a teshuvá”, afirma o novo documento. “Não existe outra solução prática permitida pela Torá com relação a esse assunto”.
Traduzido por: Luis Gustavo Gentil
Fonte em português: http://www.juliosevero.com/